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27
Mar
09

MILK: eu vim convocar vocês

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Ainda respirando o Oscar 2009 o 19º CINESURPRESA que foi no Espaço Unibanco teve como opções dois filmes que possuíam indicações para o Oscar: O Casamento de Rachel e MILK. Milk – A Voz da Igualdade foi escolhido por unanimidade pelos 9 integrantes da noite que deram uma nota média de 8,6 para o filme fazendo com ele ficasse empatado em nosso ranking com o filme Piaf em 6 lugar (veja nosso ranking na coluna da direita) . Das 9 pessoas todas gostaram do filme mas, uma disse que não o veria novamente. Veja o vídeo deste nosso encontro no final deste post ou clicando aqui.

MILK é baseado em fatos reais, em tristes fatos reais, que mostram abertamente o lado preconceituoso da sociedade e das pessoas. Preconceito este, no caso do filme, pelos homossexuais, mas que em vários momentos deixa claro o que também existe em relação aos negros, deficientes, asiáticos, judeus etc.
Adorei o filme! Não conhecia a história de Harvey Milk e nem destes acontecimentos. Saí de lá realmente chocada com a possibilidade, real, de um dia alguém ter proposto uma lei dizendo que o homossexualismo seria ilegal, que todos os homossexuais deveriam ser despedidos e menosprezados e tudo isso com o aval da lei. O pior é  saber que em algumas instâncias essa lei foi aprovada. Foi contra isso que Harvey Milk lutou contra este tipo de preconceito.


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Esse filme fez como que eu colocasse uma questão a mais para os participantes: Como você vê o preconceito contra os homossexuais hoje? Ainda existe? É forte? Mais ameno? Encerrarei este texto com estas respostas.
Acredito que não tenha no meu círculo de amigos pessoas com esse pensamento pequeno e se tiver, sem saber, sinto vergonha por elas, por existirem pessoas assim com tantos preconceitos contra homossexuais, nordestinos, pobres, negros, deficientes, judeus, asiáticos etc e até contra mulheres (já fui vítima de alguns preconceitos por este motivo).
Bem, vamos o filme. Milk começa mesclando fatos reais sobre os acontecimentos da época e sobre a sua morte. Isso continua em vários momentos do filme, o que faz com que a carga de realidade seja mais forte e tudo choque mais. Quem conta a história é o próprio Harvey Milk através de uma gravação — que ele realmente fez e você poderá ouvir a original aqui.


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Nosso grupo era composto por: André Hermes, André Leite, Caio, Durval Moretto, Fabio Machado, Glauce Guimarães, Ricardo Reis, Victor Martim e eu, Márcia Okida.

O Melhor e o Pior em MILK
O Pior

André Hermes: mostou pouco sobre o quanto a igreja alertava sobre a discriminação • André Leite: o ritmo oscilante do filme • Caio: ausência total das mulheres na causa gay, apesar de aparecer uma para ser militante de MIlk • Durval: o recalque leva as pessoas a cometerem loucuras • Fabio: o excesso de drama em vários momentos • Glauce: o ritmo do filme muito lento • Ricardo: nada • Victor: o abuso dos clichês gays em alguns momentos.

O Melhor

André Hermes: foi a representação das pessoas apoiando e deixando de se esconder • André Leite: a atuação de Sean Penn, impecável. • Caio: quando mostra no filme o poder de estruturação de um movimento gay. Quando conseguem chamar a atenção e conquistar a  sociedade • Durval: a união é capaz de modificar a vida das pessoas para melhor • Fabio: interpretação dos atores, Sean Penn, Josh Brolin e James Franco. Trilha Sonora • Glauce: a vitória do movimento gay depois de várias tentativas, alcançaram o objetivo • Ricardo: o filme todo! • Victor: sem dúvidas: o tema abordado.

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Eu realmente gostei muito do filme, não vejo defeitos. Gostei do ritmo, da proposta enfatizaria, tecnicamente falando, a direção de arte, figurinos e trilha sonora. E sem ser pelo lado técnico é sempre bom ver um filme que aborde qualquer tipo de preconceito para que, quem sabe um dia, eles acabem definitivamente.

Você se identificou com algum personagem?

André Hermes: com o primeiro namorado do Milk pois é uma pessoa que apóia os movimentos mas não toma a liderança • André Leite: sim, com o prefeito por ter a mente aberta a novas possibilidades • Caio: sim, com o prefeito de São Francisco, um dos poucos personagens heterossexuais que não demonstrou ser homofóbico. Em momentos usou seu poder de influência a favor do movimento gay • Durval: com Milk • Fabio: nenhum em especial • Glauce: não • Ricardo: com Harvey Milk, pela coragem, o fio condutor da vida, a esperança de igualdade também foi a sua morte • Victor: não.

Qual o melhor figurino na sua opinião?

André Hermes: quase todos os figurinos se identificam muito com os personagens, mostra como os gays assumidos se vestiam • André Leite: nenhum não gosta da moda dos anos 70 • Caio: o traje hippie na primeira aparição do personagem de James Franco • Durval: do assassino, sempre com roupas sóbrias e formais • Fabio: gostei do figurino no geral fiel a atmosfera da época • Glauce: do Harvey… básico, camiseta e cala jeans • Ricardo: camiseta do 1º namorado de Milk, bem justinha • Victor: gostei de todos muito adequados à época em que o filme passa.

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Bem eu me identifiquei com Milk, firme em seu propósito, em sua luta por aquilo em que acreditava, teimoso até o fim… e pelo desprezo que ele sentia por qualquer tipo de preconceitos.
Figurino? O conjunto é perfeito, já disse acima que acho um dos pontos positivos do filme mas gosto da passagem de estilo do figurino de Harvey Milk desde antes de sua entrada na política até seu novo make-up para a sua luta em busca de votos.

Uma frase sobre o filme e uma cena

André Hermes: necessário todos assistirem para diminuir o preconceito atual • cena: cena em que Milk leva a multidão para caminhar pelas ruas.
André Leite: não importa a idade, basta você acreditar e lutar pelo que acredita • cena: quando um garota entrega um panfleto para Milk e está escrito “união e esperança”.
Caio: peço a todos os homossexuais que saiam do armário • cena: cenas de passeatas e marchas de protestos
Durval: “eu vim convocar vocês” • cena: a cena do assassinato, uma metáfora sobre a Tosca
Fabio: a esperança supera preconceitos e manobras políticas • cena: a morte de Harvey Milk.
Glauce: tenham esperança… • cena: todas com a atuação do Sean Peen, estão perfeitas.
Ricardo: esperança para a minoria! • cena: todas!!!
Victor: ótimo filme com temática interessante • cena: a cena da passeata, da luta em defesa das minorias

Minha frase: “Dar ouvidos à preconceitos é renunciar à liberdade.”
Minha cena? difícil são muitas que me chamaram a atenção. Como designer gosto de todos que mostram cartazes e panfletos mas principalmente quando ele fez seu primeiro “discurso” pegando uma caixa de sabão e a usando como palanque. Como pessoa fiquei extremamente tocada com a beleza e simplicidade da cena de sua morte e a passeata final com aquelas milhares de velas a cena do filme se fundindo com a real.

Abaixo atores do filme ao lado das pessoas que eles representaram

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Sobre a pergunta do início motivada pelo filme:

Como você vê o preconceito contra os homossexuais hoje? Ainda existe? É forte? Mais ameno? o que nossos participantes surpresas pensam disso? Deixa aqui também a sua opinião.

André Hermes: Hoje ainda existe preconceito mas ele é muito mascarado, pois hoje tem leis que protegem. Mas hoje esse preconceito é bem menos que na década de 70.
André Leite: entre os anos 70 e 90, o preconceito pode ter diminuído, mas ainda é latente em nossa sociedade.
Caio: Os gays ainda sofrem discriminação sim. São vistos como doentes, errados no que são. Mas isso nos dias de hoje não é tão forte como na época do filme (década de 70)
Durval: Sim, ainda existe preconceito contra os homossexuais, embora tenham conquistado seu espaço.
Fabio: Sem dúvidas houveram avanços significativos, mas o preconceito ainda persiste em diversos segmentos da sociedade.
Glauce: O preconceito existe tanto para os gays, negros… mas, com muitas evoluções, pois, em 1978 não tinham espaço para discutir o assunto.
Ricardo: Infelizmente ele ainda existe! Quem sabe daqui há uns 20 anos não exista mais.
Victor: Atualmente o preconceito existe sim por parte da sociedade mundial. Aos poucos porém, os homossexuais vêm ganhando seu espaço.

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A minha opinião é todo e qualquer tipo de preconceito é burro, é fruto da ignorância da pobreza de espírito. Sendo preconceituosos perdemos a chance de conhecer novas idéias, culturas e pessoas. Deixamos de crescer, de evoluir. Nos tornamos mais pobres, mesquinhos, nos tornamos menos, sempre menos em tudo que temos em nosso corpo e alma, daí as guerras, os assassinatos, os atos absurdos como queimar índios, surrar homossexuais, bater em mulheres etc.  Infelizmente o preconceito existe em várias áreas e acho que o mundo, as pessoas, ainda precisam evoluir muito para que isso acabe. E se um dia acabar, tenho certeza de como Márcia Okida não estarei aqui neste mundo para ver e ficar feliz com isso, quem sabe em alguma reencarnação futura.

E você?  O que acha do preconceito de qualquer tipo? Escreva para gente clicando aqui

cartaz2Um pouco mais de MILK, agora um pouco de Design. Escrevi um artigo para uma revista de design sobre os créditos de aberturas, encerramentos e suas tipografias, dos filmes que concorriam ao Oscar 2009. MILK tem um conjunto tipográfico muito bom, desde sua abertura até os panfletos políticos que eles fez e distribuiu em sua campanha. Quer ler sobre o que escrevi da tipografia de MILK clique aqui e se quiser ler sobre as todas as aberturas de todos os filmes, aqui. Sem falar no cartaz. Gosto mais deste do que o que abre este artigo. Mas, gosto da metade para cima. A parte debaixo está poluída demais com muitos créditos quase ilegíveis por estarem esticados, sem falar que ocupam muito da imagem tirando a força do restante do seu corpo. A presença do azul é sempre marcante mesmo no cartaz branco, já que é a cor de sua campanha e tem tudo a ver com a proposta da busca pela igualdade. Letras retas, fálicas, marcantes totalmente condizentes com a personalidade de Harvey Milk.

06
Jan
09

Que maravilha é ser livre – A Duquesa

16º CINESURPRESA, o último do ano de 2008, foi no dia 14 de dezembro no Espaço Unibanco com direito a comemorações, sorteio e amigo secreto entre as pessoas que participaram: Eduardo Ricci, Eddie Santana, Deborah Okida, Letícia Cheneme, Priscila Rodrigues, Ricardo Reis e eu.

duquesa4E terminamos de uma maneira clássica com o filme A Duquesa, uma biografia sobre a vida de Lady Georgiana Spencer que após se casar aos 17 anos com o Sir William Cavendish — 4.° Duque de Devonshire — tornou-se Georgiana Cavendish, Duquesa de Devonshire, aristocrata e socialite britânica do século XVIII. O filme mostra como pela sua beleza, elegância e simpatia influenciou e encantou a sociedade britânica tornando-se, inclusive, referência da moda em sua época. Sua simpatia, facilidade de transitar entre os grandiosos salões debatendo política, participando de comícios e jogos, também reforçavam a sua popularidade. Fatos semelhantes ao da vida de sua parente mais atual, Diana Spencer, ou Princesa Diana, descendente de seu irmão George Spencer 2º podem ser vistos e comparados neste filme. Você pode ler mais sobre A Duquesa nesta matéria publicada na Veja ou saber mais sobre sua vida aqui. Acima 3 quadros onde foi retratada por artistas da época sendo o mais famoso o quadro acima à direita — com grande chapéu azul que esteve perdido por muitos anos e também um quadro de seu esposo Duque de Devonshire.

Mas vamos ao filme: “How wonderful is to be that free” (Que maravilha é ser livre)

Falando de poder, preconceitos e acima de tudo amor e liberdade o filme A Duquesa teve média de nota 9 dos participantes, ficando assim no 3º lugar no nosso ranking surpresa (veja na coluna da direita ao lado), atrás apenas de Wall-e (10) e Persépolis (9,6). Todos gostaram do filme mas duas pessoas não veriam novamente.

O Melhor de A Duquesa

Eddie: a fotografia • Eduardo: o figurino e a narrativa • Deborah: a ambientação e os figurinos • Letícia: a atriz principal estava muito bem • Priscila: a história do filme e a forma como é desenvolvida. Keira Knightley (a duquesa) e o figurino • Ricardo: a atualidade dos sentimentos

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O Pior de A Duquesa

Eddie: a mãe que era uma interesseira e o roteiro. • Eduardo: a injustiça da época • Deborah: nos jogos do poder não existe liberdade. Quanto ao filme, achei que as vezes ficou monótono • Letícia: o tempo do filme • Priscila: o inconformismo da época • Ricardo: nada

A Duquesa é uma biografia e, como acontece nos bons filmes biográficos, seu ritmo está diretamente ligado ao universo onde a personagem viveu. A Duquesa Georgiana viveu no século XVIII — nasceu em 1757 e faleceu com 49 anos em 1806 — por isso, é de se esperar que seu roteiro, edição, trilha, direção de arte etc, retratem perfeitamente esta época. E é isso que acontece e de uma forma, na minha opinião, perfeita, mostrando como era ser mulher da aristocracia britânica envolta em preconceitos, machismos e que viveu um casamento de interesses, sem amor, onde sua principal função seria gerar um herdeiro homem do Duque de Devonshire (Ralph Fiennes), o que torna-se um problema, já que no início de seu casamento somente da a luz a meninas fazendo com que cada vez mais o Duque se envolva com diversas amantes até o final de sua vida.
O roteiro segue esse clima: aristocrático, britânico e cheio de superficialidades e por isso tem um ritmo lento, algumas vezes até demais deixando alguns momentos realmente cansativos. Mas não prejudica o filme.


cartaz2O que realmente vale no filme é o
figurino — que muito provavelmente será indicado ao Oscar — direção de arte de um modo geral e fotografia. E o site segue esta linha — deveriam existir prêmios para isso: sites, cartazes, divulgação etc. Vale a pena dar uma passeada pelo site e perder um tempo na parte dos figurinos, “costumes”, onde podemos rotacionar as roupas vendo todos os seus lados assim como ampliar cada detalhe. Aproveite para ver fotos, vídeos e repare como a direção de arte é perfeitamente britânica e aristocrática.

Falando em figurinos: qual o figurino que você mais gostou?

Eddie: do Duque, sempre o mais elegante • Eduardo, Deborah: o da protagonista, Georgiana, A Duquesa • Letícia: o da Bess, mais simples e jovial • Priscila: todos, principalmente de Georgiana • Ricardo: todos

Com que personagem você se identificou no filme?

Eddie: Georgiana, por tentar ser a frente de seu tempo.
Eduardo: com Charles Grey.
Deborah: Georgiana, por manter seu amor sempre vivo.
Letícia: algumas vezes com a Duquesa e outras com a Bess.
Priscila: com Georgiana, por ser forte, intensa mas ao mesmo tempo sensível, extrovertida e que luta pelos seus ideais mesmo não tendo conseguido concretizar o principal.
Ricardo: sim, com todos! A personalidade de cada um se mistura com a minha.

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Quanto ao figurino, é difícil escolher algum, como disse antes são todos ótimos mas depois de dar uma olhada atenta no site, não tem como não ficar com o figurino de Georgiana, em especial com o vestido de casamento e com o uniforme azul “blue fox uniform”. Confira no site. Já sobre me identificar com algum personagem, não consigo me identificar com nenhum deles, talvez por não conseguir me imaginar vivendo naquela época e acho que se vivesse teria quebrado mais regras e lutado mais por tudo que desejasse. Todos os personagens de uma forma ou de outra em algum momento abriram mão de seus sonhos, desejos por causa das formalidades impostas pela sociedade. Abriram mão da liberdade, do amor, do trabalho, sonho… não me vejo fazendo nada disso por causa de um sistema social qualquer, principalmente quando nos privamos de nossos sonhos e liberdade.

Uma cena:

Eddie: a cena de sexo entre o Duque e sua amante enquanto os criados escutavam do lado de fora da porta e Georgiana chega.
Eduardo: a cena de sexo de Georgiana com seu amante, Grey.
Deborah: o jardim visto de cima com as crianças correndo e a cena do quarto de Grey quando Georgiana entra.
Letícia e Ricardo: a despedida da Duquesa com sua filha Eliza
Priscila: a cena de amor entre Georgiana e Grey e a cena da entrega da filha.

Uma frase sobre o filme:

Eddie: é lento
Eduardo: antes só do que mal acompanhado.
Deborah: vale a pena amar, mesmo correndo riscos e “How wonderful is to be that free” (que maravilha é ser livre)
Letícia: a frase do Duque: como é bom ser livre assim.
Priscila: viva intensamente e verdadeiramente.
Ricardo: liberdade, liberdade abre as asas sobre nós!!!

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A minha cena e a minha frase tem relação com essa sensação, diria até, necessidade que o filme passa de ser livre. A cena que mais mostrou isso para mim, o único  momento em que Georgiana realmente esteve livre totalmente vejo representado na cena final vista do alto ela e as crianças correndo no jardim. A frase: Como é bom SER livre, em tudo e por tudo. Livre de corpo e alma. Mente e espírito.

E para encerrar, fizemos um amigo secreto, entre os participantes que aparecessem, como disse no início. Depois de feito o sorteio na hora cada um tinha que dar de presente uma sugestão de livro, música e filme para que seu amigo secreto visse em 2009. O resultado foi o seguinte:
Eduardo tirou o Eddie, que tirou a Deborah, que tirou a Priscila, que tirou o Ricardo, que tirou a Letícia, que me tirou e eu tirei o Eduardo.
As dicas de livros dos paticipantes foram:
Alma Imoral (Nilton Bonder) – Paulo e Estevão (Chico Xavier) – Otimismo (Voltaire) – Quando Nietzsche Chorou (Irvin D. Yalom) – Paixão Pagú (Patricia Galvão) – O Mundo de Sofia (Jostein Gaarder)
Músicas:
Oceano (Josh Groban) – B´52 – ouvir as Ondas do Mar – Lábios de Mel (Tunai) – Putumayo -  Michael Bublé – Marisa Monte

Filmes:
Vick Cristina Barcelona – Ao Mestre com Carinho – Réquiem para um Sonho – Diários de uma Paixão – Ensaio sobre a Cequeira

Um Feliz 2009 para todos vocês e participem do nosso CINESURPRESA neste ano de 2009.




PRÓXIMO ENCONTRO: dia 8 de novembro - 18h30 - Cine Roxy - Santos - Participe!
CINESURPRESA: um encontro - uma surpresa - um filme - uma conversa

Como são dadas as opiniões?

Quer saber como os participantes dão suas opiniões? Como são os papos depois do filme?clique aqui
Watch videos at Vodpod and other videos from this collection.
PARA SE JUNTAR A NÓS todo 2º domingo do mês você pode se encontrar com a gente da Associação Cultural Vontade de Ver e assistir um filme escolhido na hora (daí o nome cinesurpresa) em um dos cinemas de Santos. Depois, sempre rola uma pizza, um bom papo e tudo isso vem para cá. Encontre-se com a gente em um destes domingos e esteja aqui no nosso blog no próximo mês! Verifique o horário e o cinema do mês no link clicando aqui e, se quiser, Deixe uma mensagem
COMEMORAÇÃO DO 1º ANIVERSÁRIO DO CINESURPRESA, leia sobre este nosso encontro no texto sobre o filme Depois da Vida clicando aqui

para ver

Slide Show Era do Gelo 3

Slide Show A Mulher Invisível

para ouvir

Leia nosso blog ouvindo a TRILHA SONORA DE OS DESAFINADOS

Escute aqui na Rádio UOL Indique uma trilha sonora para a gente

ranking surpresa

1º lugar: 10,0 - Wall-e

2º lugar: 9,6 - Persépolis

3º lugar: 9,0 - A Duquesa

4º lugar: 9,0 - Tropa de Elite e Ultimato Bourne

5º lugar: 8,9 - StarTrek

6º lugar: 8,8 - A Troca

7º lugar: 8,6 - Era do gelo 3, Piaf e MILK

8º lugar - 8,3 - Meu Nome não é Johnny

9º lugar: 8,2 - Depois da Vida

10º lugar: 8,1 - Mulher Invisível

11º lugar: 7,8 - Chega de Saudade e HairSpray

12º lugar: 7,5 - Onde os Fracos não tem Vez

13º lugar: 7,4 - Os Desafinados

14º lugar: 7,2 - Jogos do Poder

15º lugar: 7,0 - Duro de Matar

16º lugar: 6,8 - 007 Quantum os Solace

17º lugar: 6,4 - Fim dos Tempos

18º lugar: 6,3 - Foi Apenas um Sonho

19º lugar: 5,6 - A Guerra dos Rocha

Conheça a gente

Madeleine Alves

Márcia Okida

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