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04
Mar
09

Foi Apenas um Sonho

** se você ainda não viu o filme, atenção: este texto contém alguns  spoilers

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Em tempos de Oscar 2009 o nosso 18º CINESURPRESA foi no Cinemark e o filme escolhido pela maioria foi “Foi Apenas um Sonho”, tradução, na minha opinião, totalmente equivocada do nome verdadeiro “Revolutionary Road”. Tivemos 12 pessoas presentes: André Leite, Cristina Silveira, Deborah Okida, Durval Moreto, Eduardo Ricci, Fabio Machado, Glauce Guimarães, Izabela Freitas, Jessica Moraes, Priscila Rodrigues, Ricardo Reis e eu Márcia Okida. Entre todos nós, 4 pessoas não gostaram do filme e 8 gostaram. 5 não veriam o filme novamente; 2 falaram que talvez e 5 veriam novamente. A média de nota foi de 6,3 colocando “Foi Apenas um Sonho” em 16º lugar no nosso ranking surpresa (veja ao lado), ganhando apenas de Guerra dos Rocha com nota média de 5,6.

revolutionary-roadO principal erro de “Foi Apenas um Sonho”, na minha opinião, começa com a má escolha do nome para o Brasil. Este nome faz com que o público espere uma história de amor ou um bom romance, principalmente tendo como protagonistas o casal romântico de Titanic:  Kate Winslet e Leonardo DiCaprio. “Revolutionary Road” tem uma proximidade muito maior com o tema do filme: uma análise crítica do melhor estilo “american way of life” e a crua e dura realidade em cima da vida de um casal que ao se mudarem para uma casa na Revolutionary Road resolvem mudar o rumo de suas vidas indo por um caminho mais idealista e que choca a sociedade em sua volta. Esta revolução na vida amorosa e familiar seria uma aventura, uma fuga, uma busca pelos seus ideais, um retorno ao passado ou apenas um sonho? (a proximidade com o nome nacional fica por aí)

É disso que o filme trata mas, de uma maneira, a meu ver lenta e cheia de buracos no roteiro. Cenas curtas demais e que mereciam ser maiores e outras infindáveis que poderiam ter metade da sua duração. Um exemplo: a cena em que os dois se conhecem dura, acho que cerca de 1 minuto. Possui uma bela fotografia e uma semelhança com o primeiro longa do seu diretor Sam Mendes, Beleza Americana. Mas nem chega perto da beleza e perfeição de seu primeiro filme. Achei extremamente lento e previsível, estou entre as 4 pessoas que não gostaram e não veria novamente.

O melhor do filme para

André: a interpretação de Kate Winslet • Cristina: as atuações do casal principal em seus diálogos ora densos, ora românticos. • Deborah: ambientação da época •  Durval: a corretora de imóveis, com sua dissimulação e caracterização do personagem • Eduardo: a interpretação de Kate Winslet • Fabio: bons personagens e diálogos, questionamentos interessantes sobre escolhas e relacionamentos • Glauce: a morte da April, boa solução • Izabela: os atores • Jéssica: a atuação e emoção do casal protagonista (Kate Winslet e Leonardo DiCaprio) • Priscila: figurino, trilha sonora e atuação de Kate Winslet e Leonardo DiCaprio e também de Michael Shannon • Ricardo: a cenografia da casa de April (Kate Winslet).

O pior no filme

André: o sumiço repentino dos filhos do casal • Cristina: o final, a cena de um personagem apático • Deborah: algumas situações ficaram meio soltas, as vezes não parecia que eles tinham filhos, pois as crianças sumiam • Durval: um filme com personagens não resolvidos, as crianças, o que pensam dos pais? • Eduardo: a falta de inovação de Sam Mendes, na linguagem • Fabio: a história poderia ser melhor estruturada, os filhos dos personagens têm importância mínima na história • Glauce: o vizinho levar a esposa do outro vizinho para casa, essa troca foi péssima • Izabela: Algumas vezes se torna um pouco cansativo • Jéssica: cenas paradas e descartáveis  • Priscila: angustiante • Ricardo: o texto.

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Bem eu acho que já falei o que achei de bom ou ruim mas só para reforçar: o filme tem uma boa direção de arte, fotografia e trilha sonora. Na minha opinião são as únicas coisas boas do filme. Personagens e histórias mal resolvidos, o único personagem bem resolvido na trama é justamente o “neurótico, louco” da história: Michael Shannon que em poucas cenas “fala” mais sobre o tema do filme do que todos os outros personagens.

Se identificou com algum personagem?

André: com John, Michael Shannon, o filho da corretora, por dizer a verdade nua e crua. Gostaria de ser assim • Durval: com April, um personagem que conclui o filme e pontua com sua intensidade • Fabio: com o louco da história, Michael Shannon, por ser o único que percebe a loucura da nossa sociedade • Izabela: um pouco com cada um dos 3 (Michael Shannon, Kate Winslet, Leonardo DiCaprio) • Jéssica: com o maluco, Michael Shannon, porque ele deu um pouco mais de emoção ao filme • Cristina, Deborah, Eduardo, Glauce, Priscila, Ricardo: nenhum.

Em homenagem ao Cineme-se 2009 que tem como tema o Figurino: Qual figurino você mais gostou.

André: nenhum, padrão demais • Cristina: figurino bem caracterizado e que mostram a bela forma de Kate e elegância de Leo • Deborah: da colega de trabalho de Frank (Leonardo DiCaprio), era discreto mas também sedutor  • Durval: da April, muito bonito com traços e tecidos que a valorizavam • Glauce: April, Kate, roupas claras e vestidos simples • Izabela: Na verdade, não gostei muito do figurino do filme. • Priscila: April, Kate • Ricardo: April, pela elegância • Eduardo, Fabio, Jéssica: nenhum em especial.

Não me identifiquei com ninguém, mas o personagem que mais me cativou foi o de Michael Shannon (John), o neurótico bipolar mais consciente do filme. Quanto ao figurino já falei sobre a direção de arte que foi impecável e isso vale para figurino, todo bem feitos e característicos da época e do “american way of life”.

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Uma cena do filme

André: a cena final com o marido da corretora diminuindo o volume de seu aparelho auricular • Cristina: a cena em que decidem juntos mudar para Paris • Deborah: a cena do bosque em que ele a deixa sozinha para pensar • Durval: a cena em que o filho da corretora aparece pela 1ª vez. Uma cena teatral • Eduardo: a morte dela • Fabio: após a discussão dos personagens, quando a casa e os personagens ficam no escuro, e a cena final, com o velhinho abaixando o volume do aparelho de surdez • Glauce: a café da manhã preparado pela April e as cenas em que “o maluco” diz umas verdades para o casal • Izabela: A cena que ele encontra o negócio de abortar e a briga dos dois por isso. • Jéssica: da discussão entre o John com os seus pais e o casal jantando • Priscila: a cena do velhinho desligando a aparelho, a forma como foi conduzida • Ricardo: a cena em que April olha da janela, o que acabou de fazer, o aborto. Um olhar marcante que diz tudo.

Uma frase sobre o filme

André: relacionamentos podem ser cruéis, quando não dividem as mesmas fantasias.
Cristina: “procurar pelo em ovo”.
Deborah: uma frase “do” filme: “Eu só sei o que estou sentindo”. Sobre o filme: procurou mostrar os encontros e desencontros dos sonhos de duas pessoas. A felicidade está “em nós” e não fora.
Durval: “Não existe lugar para mim aqui” April, no bar.
Eduardo: a classe média em autodestruição.
Fabio: de perto, ninguém é normal.
Glauce: ótima atuação de Kate Winslet.
Izabela: a felicidade é de dentro pra fora.
Jéssica: um show de atuação dos protagonistas apenas, uma boa história que não rendeu.
Priscila: não se deixar levar pelo marasmo, não estagnar.
Ricardo: redemoinho de emoções frustradas e desconexas.

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Fico com algumas frases acima que realmente acredito que possuem o espírito do filme: “relacionamentos podem ser cruéis, quando não dividem as mesmas fantasias” (andré leite);  e duas frases do filme que citaram acima: “Eu só sei o que estou sentindo” e “Não existe lugar para mim aqui” que tem uma relação direta na minha cena do filme, bem do início, que é a cena do encontro de April (Kate Winslet) e Frank (Leonardo DiCaprio) uma cena que durou muito pouco mas que, para mim, deixou claro a personalidade de cada um deles, a trajetória complicada do casal o final trágico de April.

Para encerrar uma de Eugène Ionesco, patafísico, escritor e dramaturgo romeno, um dos pais do Teatro do Absurdo:

“Pensar contra a corrente do seu tempo é heróico, dizê-lo é uma loucura”
(frase que representa o melhor personagem do filme, na minha opinião, o louco, neurótico, bipolar John, Michael Shannon.)

E queremos agradecer aos nossos parceiros oficiais:
Vídeo Paradiso que dá duas locações gratuitas e a Le Quiche Doré que dá 3 vales quiches, para que a gente sorteie entre os participantes a cada edição.

06
Jan
09

Que maravilha é ser livre – A Duquesa

16º CINESURPRESA, o último do ano de 2008, foi no dia 14 de dezembro no Espaço Unibanco com direito a comemorações, sorteio e amigo secreto entre as pessoas que participaram: Eduardo Ricci, Eddie Santana, Deborah Okida, Letícia Cheneme, Priscila Rodrigues, Ricardo Reis e eu.

duquesa4E terminamos de uma maneira clássica com o filme A Duquesa, uma biografia sobre a vida de Lady Georgiana Spencer que após se casar aos 17 anos com o Sir William Cavendish — 4.° Duque de Devonshire — tornou-se Georgiana Cavendish, Duquesa de Devonshire, aristocrata e socialite britânica do século XVIII. O filme mostra como pela sua beleza, elegância e simpatia influenciou e encantou a sociedade britânica tornando-se, inclusive, referência da moda em sua época. Sua simpatia, facilidade de transitar entre os grandiosos salões debatendo política, participando de comícios e jogos, também reforçavam a sua popularidade. Fatos semelhantes ao da vida de sua parente mais atual, Diana Spencer, ou Princesa Diana, descendente de seu irmão George Spencer 2º podem ser vistos e comparados neste filme. Você pode ler mais sobre A Duquesa nesta matéria publicada na Veja ou saber mais sobre sua vida aqui. Acima 3 quadros onde foi retratada por artistas da época sendo o mais famoso o quadro acima à direita — com grande chapéu azul que esteve perdido por muitos anos e também um quadro de seu esposo Duque de Devonshire.

Mas vamos ao filme: “How wonderful is to be that free” (Que maravilha é ser livre)

Falando de poder, preconceitos e acima de tudo amor e liberdade o filme A Duquesa teve média de nota 9 dos participantes, ficando assim no 3º lugar no nosso ranking surpresa (veja na coluna da direita ao lado), atrás apenas de Wall-e (10) e Persépolis (9,6). Todos gostaram do filme mas duas pessoas não veriam novamente.

O Melhor de A Duquesa

Eddie: a fotografia • Eduardo: o figurino e a narrativa • Deborah: a ambientação e os figurinos • Letícia: a atriz principal estava muito bem • Priscila: a história do filme e a forma como é desenvolvida. Keira Knightley (a duquesa) e o figurino • Ricardo: a atualidade dos sentimentos

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O Pior de A Duquesa

Eddie: a mãe que era uma interesseira e o roteiro. • Eduardo: a injustiça da época • Deborah: nos jogos do poder não existe liberdade. Quanto ao filme, achei que as vezes ficou monótono • Letícia: o tempo do filme • Priscila: o inconformismo da época • Ricardo: nada

A Duquesa é uma biografia e, como acontece nos bons filmes biográficos, seu ritmo está diretamente ligado ao universo onde a personagem viveu. A Duquesa Georgiana viveu no século XVIII — nasceu em 1757 e faleceu com 49 anos em 1806 — por isso, é de se esperar que seu roteiro, edição, trilha, direção de arte etc, retratem perfeitamente esta época. E é isso que acontece e de uma forma, na minha opinião, perfeita, mostrando como era ser mulher da aristocracia britânica envolta em preconceitos, machismos e que viveu um casamento de interesses, sem amor, onde sua principal função seria gerar um herdeiro homem do Duque de Devonshire (Ralph Fiennes), o que torna-se um problema, já que no início de seu casamento somente da a luz a meninas fazendo com que cada vez mais o Duque se envolva com diversas amantes até o final de sua vida.
O roteiro segue esse clima: aristocrático, britânico e cheio de superficialidades e por isso tem um ritmo lento, algumas vezes até demais deixando alguns momentos realmente cansativos. Mas não prejudica o filme.


cartaz2O que realmente vale no filme é o
figurino — que muito provavelmente será indicado ao Oscar — direção de arte de um modo geral e fotografia. E o site segue esta linha — deveriam existir prêmios para isso: sites, cartazes, divulgação etc. Vale a pena dar uma passeada pelo site e perder um tempo na parte dos figurinos, “costumes”, onde podemos rotacionar as roupas vendo todos os seus lados assim como ampliar cada detalhe. Aproveite para ver fotos, vídeos e repare como a direção de arte é perfeitamente britânica e aristocrática.

Falando em figurinos: qual o figurino que você mais gostou?

Eddie: do Duque, sempre o mais elegante • Eduardo, Deborah: o da protagonista, Georgiana, A Duquesa • Letícia: o da Bess, mais simples e jovial • Priscila: todos, principalmente de Georgiana • Ricardo: todos

Com que personagem você se identificou no filme?

Eddie: Georgiana, por tentar ser a frente de seu tempo.
Eduardo: com Charles Grey.
Deborah: Georgiana, por manter seu amor sempre vivo.
Letícia: algumas vezes com a Duquesa e outras com a Bess.
Priscila: com Georgiana, por ser forte, intensa mas ao mesmo tempo sensível, extrovertida e que luta pelos seus ideais mesmo não tendo conseguido concretizar o principal.
Ricardo: sim, com todos! A personalidade de cada um se mistura com a minha.

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Quanto ao figurino, é difícil escolher algum, como disse antes são todos ótimos mas depois de dar uma olhada atenta no site, não tem como não ficar com o figurino de Georgiana, em especial com o vestido de casamento e com o uniforme azul “blue fox uniform”. Confira no site. Já sobre me identificar com algum personagem, não consigo me identificar com nenhum deles, talvez por não conseguir me imaginar vivendo naquela época e acho que se vivesse teria quebrado mais regras e lutado mais por tudo que desejasse. Todos os personagens de uma forma ou de outra em algum momento abriram mão de seus sonhos, desejos por causa das formalidades impostas pela sociedade. Abriram mão da liberdade, do amor, do trabalho, sonho… não me vejo fazendo nada disso por causa de um sistema social qualquer, principalmente quando nos privamos de nossos sonhos e liberdade.

Uma cena:

Eddie: a cena de sexo entre o Duque e sua amante enquanto os criados escutavam do lado de fora da porta e Georgiana chega.
Eduardo: a cena de sexo de Georgiana com seu amante, Grey.
Deborah: o jardim visto de cima com as crianças correndo e a cena do quarto de Grey quando Georgiana entra.
Letícia e Ricardo: a despedida da Duquesa com sua filha Eliza
Priscila: a cena de amor entre Georgiana e Grey e a cena da entrega da filha.

Uma frase sobre o filme:

Eddie: é lento
Eduardo: antes só do que mal acompanhado.
Deborah: vale a pena amar, mesmo correndo riscos e “How wonderful is to be that free” (que maravilha é ser livre)
Letícia: a frase do Duque: como é bom ser livre assim.
Priscila: viva intensamente e verdadeiramente.
Ricardo: liberdade, liberdade abre as asas sobre nós!!!

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A minha cena e a minha frase tem relação com essa sensação, diria até, necessidade que o filme passa de ser livre. A cena que mais mostrou isso para mim, o único  momento em que Georgiana realmente esteve livre totalmente vejo representado na cena final vista do alto ela e as crianças correndo no jardim. A frase: Como é bom SER livre, em tudo e por tudo. Livre de corpo e alma. Mente e espírito.

E para encerrar, fizemos um amigo secreto, entre os participantes que aparecessem, como disse no início. Depois de feito o sorteio na hora cada um tinha que dar de presente uma sugestão de livro, música e filme para que seu amigo secreto visse em 2009. O resultado foi o seguinte:
Eduardo tirou o Eddie, que tirou a Deborah, que tirou a Priscila, que tirou o Ricardo, que tirou a Letícia, que me tirou e eu tirei o Eduardo.
As dicas de livros dos paticipantes foram:
Alma Imoral (Nilton Bonder) – Paulo e Estevão (Chico Xavier) – Otimismo (Voltaire) – Quando Nietzsche Chorou (Irvin D. Yalom) – Paixão Pagú (Patricia Galvão) – O Mundo de Sofia (Jostein Gaarder)
Músicas:
Oceano (Josh Groban) – B´52 – ouvir as Ondas do Mar – Lábios de Mel (Tunai) – Putumayo -  Michael Bublé – Marisa Monte

Filmes:
Vick Cristina Barcelona – Ao Mestre com Carinho – Réquiem para um Sonho – Diários de uma Paixão – Ensaio sobre a Cequeira

Um Feliz 2009 para todos vocês e participem do nosso CINESURPRESA neste ano de 2009.




PRÓXIMO ENCONTRO: dia 8 de novembro - 18h30 - Cine Roxy - Santos - Participe!
CINESURPRESA: um encontro - uma surpresa - um filme - uma conversa

Como são dadas as opiniões?

Quer saber como os participantes dão suas opiniões? Como são os papos depois do filme?clique aqui
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PARA SE JUNTAR A NÓS todo 2º domingo do mês você pode se encontrar com a gente da Associação Cultural Vontade de Ver e assistir um filme escolhido na hora (daí o nome cinesurpresa) em um dos cinemas de Santos. Depois, sempre rola uma pizza, um bom papo e tudo isso vem para cá. Encontre-se com a gente em um destes domingos e esteja aqui no nosso blog no próximo mês! Verifique o horário e o cinema do mês no link clicando aqui e, se quiser, Deixe uma mensagem
COMEMORAÇÃO DO 1º ANIVERSÁRIO DO CINESURPRESA, leia sobre este nosso encontro no texto sobre o filme Depois da Vida clicando aqui

para ver

Slide Show Era do Gelo 3

Slide Show A Mulher Invisível

para ouvir

Leia nosso blog ouvindo a TRILHA SONORA DE OS DESAFINADOS

Escute aqui na Rádio UOL Indique uma trilha sonora para a gente

ranking surpresa

1º lugar: 10,0 - Wall-e

2º lugar: 9,6 - Persépolis

3º lugar: 9,0 - A Duquesa

4º lugar: 9,0 - Tropa de Elite e Ultimato Bourne

5º lugar: 8,9 - StarTrek

6º lugar: 8,8 - A Troca

7º lugar: 8,6 - Era do gelo 3, Piaf e MILK

8º lugar - 8,3 - Meu Nome não é Johnny

9º lugar: 8,2 - Depois da Vida

10º lugar: 8,1 - Mulher Invisível

11º lugar: 7,8 - Chega de Saudade e HairSpray

12º lugar: 7,5 - Onde os Fracos não tem Vez

13º lugar: 7,4 - Os Desafinados

14º lugar: 7,2 - Jogos do Poder

15º lugar: 7,0 - Duro de Matar

16º lugar: 6,8 - 007 Quantum os Solace

17º lugar: 6,4 - Fim dos Tempos

18º lugar: 6,3 - Foi Apenas um Sonho

19º lugar: 5,6 - A Guerra dos Rocha

Conheça a gente

Madeleine Alves

Márcia Okida

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