Essa pergunta foi inspirada no nosso filme do último encontro Gran Torino. Mande você também a sua opinião.
Deborah: não morreia por uma causa ou pessoa, pois acredito que smepre há saídas para qualquer situação.
Eddie: morreria pelos meus filhos.
Eduardo: pela humanidade
Fábio: talvez, dependendo da situação.
Guilherme: me mataria apenas para salvar a vida de mais de uma pesoa. seria como evitar um preju[izo para a humanidade. Mas não posso negar que ficaria receoso por uma morte lenta, preferia morrer rapidamente.
Jurandir: tudo depende da ocasião, mas acho que só pelos meus pais.
Letícia: se eu achasse que valeria a pena, morreria por uma causa.
Madeleine: Não, ainda não tenho esse grau de desprendimento
Eu, Márcia Okida: penso como minha irmã, a Deborah, falou acima, mas acho que se tivesse filhos em uma situação de escolha morreria por eles. Talvez seria capaz de cometer atos por impulso, impensados, que me levassem a morte, para salvar a vida de alguém de minha família ou de alguém que goste muito, porque pensando racionalmente, sou como a Madeleine, não tenho esse grau de desprendimento.





Nossa que coisa complicada! Pena não ter assistido o filme, talvez minha resposta poderia ter um caso… mas longe disso, não me mataria. A morte é destino certo de cada um, e cada um morre sozinho.
O mais perto disto seria um “suicídio platônico” que ia durar um 6 meses, depois nasceria dessa mesma forma, para outra vida renovado e um pouco barbudo.
Eu acho que me mataria por alguém, por outras pessoas. Talvez por puro impulso, talvez por puro medo. Mas o mais provável seria por pensar que entre não ter uma determinada pessoa ou várias delas, eu prefiro não viver com esse peso e principalmente com esse vazio.